Filho, A. (1965)

FILHO, Aníbal Matos (1965). A Moderna Imprensa Médica Portuguesa.

Autor

FILHO, Aníbal de Matos
Ano de elaboração (caso não coincida com ano de publicação)
1965
Ano de publicação/impressão

1965
Título completo do artigo

A Moderna Imprensa Médica Portuguesa
Tema principal

Conjuntura Jornalística
Local de edição

Porto
Editora (ou tipografia, caso não exista editora)

Separata de O Médico
Número de páginas

2
Cota na Biblioteca Nacional e eventualmente noutras bibliotecas públicas
Biblioteca: Biblioteca Nacional
Cotas: P. 3397 V.

Biblioteca: Biblioteca Pública Municipal do Porto
Cotas: P-B-295

Esboço biográfico sobre o autor ou autores (nascimento, morte, profissão, etc.)

Aníbal de Matos Filho foi gastroenterologista no Instituto dos Industriais e fundador e membro do Conselho de Redacção da Revista Brasileira de Gastroenterologia.
Índice da obra

1.Breve referência à moderna imprensa médica portuguesa: p.1
2.Enumeração dos diversos periódicos da imprensa médica portuguesa: p.1
3.Referência aos profissionais que contribuíram para o desenvolvimento da imprensa médica portuguesa: p.2
Resumo da obra (linhas mestras)

Segundo o autor, a moderna imprensa médica portuguesa atingiu um patamar muito elevado a nível europeu, em parte por acompanhar o notável desenvolvimento cultural português, em todos os sectores. O jornalismo médico português tem, segundo Matos Filho, um padrão exemplar de sobriedade e alto conceito científico, por mérito dos dirigentes e dos colaboradores da moderna imprensa médica portuguesa.
A Revista Brasileira de Gastroenterologia, fundada, em 1949, por Manuel F. Garcia, Walter Gentil de Melo e Aníbal Matos Filho, permitiu que lhes fosse dada a oportunidade de manterem contacto com diversos periódicos de Portugal. Assim, no artigo, o autor indica os periódicos da imprensa médica portuguesa, alguns “puramente científicos” e outros “dedicando-se também a assuntos paramédicos”. São eles:
- A «Gazeta Médica Portuguesa» fundada em 1949;
- «O Médico» fundado em 1950;
- Os «Arquivos de Tisiologia»;
- Os «Arquivos de Patologia» fundado em 1925;
- A «Clínica Contemporânea» iniciada em 1947;
- O «Jornal do Médico» fundado em 1940 e patrocinador das Primeiras Jornadas Médicas Luso-Brasileiras em 1952;
- O «Boletim Clínico dos Hospitais Civis de Lisboa» cuja redacção está sediada no Hospital S. José;
- O «Summarium Jaba»;
- A «Acta Gynecologica et Obstetrica Hispano-Lusitana»;
- A «Europa Médica» editada em alemão, francês, italiano, espanhol e português;
- A «Medicina Contemporânea» fundada em 1883;
- O «Portugal Médico», sucessor da revista «Gazeta dos Hospitais», fundada em 1915;
- A «Revista Portuguesa de Pediatria e Puericultura»;
- Os «Anais do Instituto de Medicina Tropical»;
- Os «Arquivos Portugueses de Oftalmologia»;
- A «Revista Portuguesa de Medicina Militar»;
- A «Odontoestomatologia Portuguesa»;
- Os «Anais Portugueses de Psiquiatria»;
- A «Clínica, Higiene e Hidrologia»;
- A «Semana Médica»;
- A «Coimbra Médica»;
- Os «Anais Azevedos»;
- A «Revista Portuguesa de Obstetrícia, Ginecologia e Cirurgia»;
- O «Boletim Informativo e Estatístico do Hospital do Ultramar»;
- Os «Cadernos Científicos»;
- A «Imprensa Médica»;
- A «Terapêutica»;
- A «Análise»;
- Os «Arquivos do Instituto Maternal»;
- O «Boletim do Instituto Português de Oncologia»;
- Os «Arquivos de Patologia Geral da Universidade de Coimbra».

O autor salienta ainda que a imprensa médica portuguesa se apresenta “nos moldes da moderna arte gráfica” e que o êxito da moderna imprensa médica portuguesa deve-se a todos os profissionais que cooperaram para que esta melhore, se desenvolva e se torne um marco importante de literatura científica mundial.

Autor (nome completo): Neide Muriel Domingues Ferreira
E-mail: neidemuriel@hotmail.com

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Jornalismo UFP,
28/05/2010, 14:35